Sinopse do Livro “Despertando Atitudes – ATTITUDE: O Guia do Líder”

“Despertando Atitudes – ATTITUDE” é um convite inspirador para quem deseja transformar sua vida pessoal e profissional por meio da atitude positiva e proativa. Escrito por Itamar P. Felipe, o livro é um manual prático que explora como desenvolver e fortalecer comportamentos que impulsionam o crescimento, a liderança e a superação de desafios.

A obra aborda, em 16 capítulos, temas como inteligência emocional, resiliência, proatividade e positividade, mostrando que a atitude não é apenas um traço genético, mas algo que pode ser forjado e aprimorado.

Com exemplos históricos, bíblicos e contemporâneos – como Noé, José do Egito e Cristóvão Colombo – o autor demonstra como líderes e visionários mudaram suas histórias por meio de decisões ousadas e perseverança.

Repleto de reflexões e estratégias práticas, o livro incentiva o leitor a agir, liderar com propósito e construir conexões positivas, superando adversidades com coragem e determinação.

Ideal para profissionais, líderes, estudantes e todos que desejam despertar seu potencial máximo, “Despertando Atitudes – ATTITUDE” é mais do que um guia; é um chamado para transformar ideias em ação e moldar o futuro com propósito

 

A Lenda da Esmeralda Mágica

A história começa com o povo “Krahós de Manitou”, uma tribo com uma cultura rica que migrou dos Andes para a Amazônia e depois se estabeleceu no interior do Maranhão, próximo. Eles viveram lá por séculos até 1506, quando uma seca quase dizimou a tribo.

Forçado pela morte de seu pai, o jovem Cameron assume a liderança, e sai em busca de um novo lugar para a tribo. Mas é capturado por inimigos, e levado a uma aldeia desconhecida. É resgatado por Vica, que era da sua tribo e foi levada a muitos anos quando iria casar com seu pai. Ela foi recomendada pelo seu guardião num sonho a ser sua esposa. Com ela Cameron lidera seu povo em busca de um local prometido por Manitou, seu Protetor Místico. Guiados pela magia e coragem de Cameron e Vica, eles encontram o primeiro dos três Portais prometidos e se estabelecem no Planalto Central, daí localizam os tres portais e ali  vivem em paz por mais de quatro séculos.

Em 1952, a tribo enfrenta problemas com garimpeiros e fazendeiros, e a liderança passa para o jovem Kaluí, de 15 anos, após a morte de seu pai. Kaluí se casa com Acy, que engravida e fica viúva após três meses de gravidez. Brigas internas e lutas pelo poder ameaçam a vida da criança ainda por nascer. Acy, ajudada pelo Sr. Antonio Firmino, um comprador de pedras, foge levando parte do tesouro dos portais, incluindo a Esmeralda Mágica. Ela embarca com ele até Belo Horizonte. A partir daí ela inicia uma saga solitária até o vale do Jequitinhonha, onde embarca em um trem rumo a salvador. No trem, conhece Dora, que a convence a segui-la até Olinda , e a partir daí se torna sua protetora e avó de seu filho, Lutero.

Acy se estabelece em Olinda, onde estuda e se casa com Luc Den Hauer, um holandês. No final da década de 1950, Acy descobre que a área onde vivia a sua tribo foi tomada pela construção de Brasília e inundada pela formação do Lago Paranoá, o que a impede de retornar. No entanto, a magia da Esmeralda continua a influenciar seu filho Lutero, que tem visões perturbadoras sobre suas origens, mas nunca as busca ativamente. Lutero se casa com Lenice e tem dois filhos, Breno e Maria Clara. Breno herda as mesmas visões do pai, mas, ao contrário de Lutero, decide explorar suas raízes. Com o apoio de seu pai e de sua avó, Breno embarca em uma nova busca pelos portais em meio à metrópole que a região se tornou.

A jornada de Breno começa no ano 2000. Na Chapada Diamantina, ele vive uma experiência mística inesperada ao fazer uma trilha e ter um encontro inesperado com uma visão que o faz acreditar mais fortemente em seu legado. Em Brasília, ele conhece seu tio Colin, irmão mais novo de seu avô Kaluí. Colin, já muito enfermo, transfere para Breno o poder do comando da tribo. Após um ritual das tradições, Breno sai em uma incursão corajosa e destemida em busca dos portais, vivendo experiências fantásticas e descobrindo os segredos antigos de seu povo.

A Máquina de Equilíbrio: um antídoto para o caos moderno

Vivemos em um tempo acelerado demais para corpos antigos demais. O ritmo moderno cobra desempenho constante, resposta imediata, presença total — como se fôssemos máquinas industriais, e não humanos com eixo interno, limites e ciclos. O resultado está por toda parte: burnout, autocrítica excessiva, sensação de vazio, perda de propósito de vida. O problema não é você. O problema é o sistema. É nesse ponto que surge o Conceito da Máquina de Equilíbrio. Não como metáfora fria, mas como filosofia viva.